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Nunca me Sonharam: A percepção dos alunos Bic Jr.

    De acordo com o documentário,¨Nunca me Sonharam¨, ¨A educação,direito de todos e dever do Estado e da família,será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade,visando o pleno desenvolvimento da pessoa,seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho¨.Muitos estudantes de escolas públicas, professores e diretores relataram sobre suas situações e experiência de como vivem.

   Uma antropóloga e uma psicóloga também deram informações para ajudar a entender como os jovens se comportam e se sentem através desta situação.Alguns alunos relatam que quando sentem vontade de ir para a escola para estudar,já não podem pela falta dos professores,não tendo aula não podem estudar.Os professores dizem que,ou eles perdem seus alunos para o tráfico ou para a gravidez.

  A psicóloga afirma que 82% da população brasileira estuda em escolas públicas.Uma professora deu o seu depoimento,de que não basta apenas assinar um documento,ou carimbar,¨Não é com uma simples canetada¨ que o governo dá,que vai resolver o problema.O governo não sabe que isso não adianta,não sabe o que se passa com os estudantes fora da escola e se estão motivados ou habilitados fisicamente e mentalmente para estudarem.

   O problema se resolve se dialogando,conversando e tentando entender o que o aluno e o professor precisa.Não tem como,sem uma base sólida construir um futuro melhor.

   Os professores não tem culpa da forma como lecionam,pois não foram preparados para enfrentar esse tipo de situação,apenas a ensinarem a disciplina em que  cada um foi formado.

   ¨Os jovens são o futuro da nossa nação¨,essa frase não tem um sentido,já que o governo não dá a mínima para a educação tanto na estrutura básica,quanto na formação de um ensino de qualidade.

   De acordo com  o Artigo 205,da Constituição Federal,a educação é sim direito de todos. Mas será que o governo cumpre com o seu dever de entregar um ensino de qualidade,ou ao menos criar uma forma de incentivar os alunos a estudarem?

   Os alunos relataram sobre o preconceito que as pessoas tem com os que estudam em escola pública.Por esse e outros fatores como,a pobreza e a falta de infraestrutura,os alunos são dramatizados a estudarem,como uma escapatória para seus problemas.Afirmam que querem ter uma profissão na vida,mas a sociedade também os reprimem com o preconceito.

     Somando a fala dos alunos do documentário

     Ana Julia:¨Para mim,a escola pública deveria ter mais atenção no ponto de vista do governo,pois os estudantes são o futuro dessa nação.Na minha escola a estrutura é meio precária,não dando a nós a vontade de estudar.Há um tempo atrás a minha escola foi assaltada e isso mexeu muito com os alunos,deixando eles inseguros para estudarem,sem uma segurança boa e isso mexeu até comigo,pois todos os recursos que a minha escola tinha foram roubados.Já o ensino,eu acho muito bom, gosto de todos os professores,mas alguns não fazem da sua profissão digna,pois eles não procuram aperfeiçoar suas aulas.Faço parte do Grêmio Estudantil e pretendo mudar a situação da escola,tentando dar aos alunos uma vontade de estudar e aprender.¨

    Fábio Vilela:¨No meu ponto de vista a escola pública abrange a maioria da população brasileira,por isso ela deveria ser posta como instituição prioritária de educação.Os alunos de minha escola sentem a necessidade de um ensino melhor,ás vezes desejam estudar em uma escola privada pois o ensino é melhor,não seria melhor ainda se mudassem a escola pública para um ensino de comparação ás escolas particulares?sim.

     Muitas vezes os professores são de excelente formação,porém a estrutura das escolas não ajudam em boas aulas,como mais objetos didáticos além dos livros didáticos.

Vivência

    Ana Julia : 

   Quando começamos o projeto de pesquisa em março, me surpreendi bastante, pois não me interessava muito por esse tipo de atividade. O primeiro trabalho que me passaram é que deveria ler um livro do Paulo Freire; Professora sim, tia não. Em primeiro momento achei que o livro seria desinteressante, mas com o tempo que fui lendo comecei a gostar tanto do conteúdo quanto do projeto de pesquisa. Abri minha mente e comecei a entender mais a vida do professor, o porquê de alguns professores serem tão sem uma boa didática  e outros serem tão natural. 

    O livro também me ajudou a entender mais a vida do professor, a respeitar mais eles e ajudar a mudar o pensamento de outros alunos. Li também outro livro chamado Conversando Sobre a Aula, de José Leão da Cunha Filho. Gostei muito dele, pois a forma como ele escreveu conseguiu entreter muito o leitor e com certeza os alunos também, pois com relatórios diários de sua aula ele possibilitou que seus alunos pudessem criar interesses em aprofundar mais em suas matérias. Com isso procurei ter interesse mais na minha escola também. 

  Logo em seguida tivemos um evento-GTPA (Grupo de Trabalho da Pedagogia da Autonomia)- onde vários professores mostram sua didática aplicada com os seus alunos, passando a experiência deles para outros professores. Novamente me surpreendi muito, pois depois da apresentação de um engenheiro que rodou praticamente o mundo inteiro dando palestras, me identifiquei com aquela profissão, PROFESSOR. O GTPA é um evento que tem uma vez por mês nos sábados. Tivemos depois mais 2 encontros até agora. 

   Antes também de entrar as férias assistimos um documentário chamado “Nunca me Sonharam”, que conta histórias de alunos e mostra eles falando sobre o cotidiano de cada um. Me identifiquei muito com aquele documentário, pois o mundo hoje em dia cobra muito dos alunos mas nem eles mesmo fazem o que cobram é isso deixa nós estudantes confusos e querendo dar nossas opiniões, mas o que adianta? Ninguém vai ouvir mesmo.

 

  Fábio: 

       Quando o projeto de pesquisa se iniciou, comecei a entender como se elaborava uma pesquisa. Iniciei lendo livros que me ajudaram a entender como são de verdade os professores, também como são eles na visão dos alunos. 

    Tive a percepção da realidade da educação, dos professores do Brasil hoje, que não era a mesma antes de ler os livros “ Conversando Sobre a Aula ¨, de José Leão da Cunha Filho e “Utopia e paixão ¨, de Roberto Freire. Principalmente as reuniões no saguão do CEDUC -Unifei, que demonstraram de modo mais real a experiência de cada educador em realizar aulas de modo mais dinâmico, menos padronizado.  

    Em uma conversa com a Natália, Isadora e Ana Julia, discutimos sobre as drogas no Brasil, que também foi muito interessante, comentávamos sobre a Cracolândia em São Paulo e sobre sua desocupação, etc. 

    Enfim,foi muito importante para que eu compreendesse tudo que o docente passa, não na percepção do aluno, mas na do educador. 

Resenha do livro : Conversas com Quem Gosta de Ensinar

  Ana Julia : 

   O livro Conversas com Quem gosta de Ensinar é do autor Rubem Alves e ele abrange muito as conversas com vários professores sobre temas sérios e importantes como formação do educador, a diferença entre o professor e o educador, o processo educacional, a qualidade total na educação, torna seu livro agradável por tratar de uma forma criativa o assunto, utilizando histórias para um melhor entendimento do conteúdo. 

   Segundo ele ensinar é mobilizar o desejo de aprender e mais importante do que saber é nunca perder a capacidade de aprender. E isso faz toda a diferença em um professor que gosta de aprender e ensinar com carisma.  

   “Saber é saborear” , diz Rubens Alves . Uma frase que me comoveu a querer saber mais das matérias que gosto e ter o instinto investigador de aluna.

Resenha do Livro:Tudo o que eu devia saber na vida aprendi no jardim de infância

Fábio    

       O autor conta uma história mais pessoal com experiência de vida e expressa sua opinião sobre cada assunto.

      Também conta sobre como está cansado de falar de problemas do mundo,cansado de reclamar das coisas ruins que acontecem.Decide olhar para as coisas boas da vida em pequenos acontecimentos,sempre focando em tudo o que acontecia em sua infância,tudo o que aprendeu,relata sobre as brincadeiras que brincava com seus pais,como era a experiência de ter um simples presente,no qual o giz de cera era usado para relembrar memorias nos adultos,da sua brincadeira de esconde-esconde de criança,e faz uma comparação ao “esconde-esconde de adulto”.

       Conta que seu vizinho não gosta de suas flores simplesmente porque se parecem com a praga da erva daninha, mas se fosse uma planta rara teria mais valor.Também questiona que os cientistas criam uma fórmula,uma solução para tudo menos para a pele amarelada das pessoas,a mente estragada ,etc.

      Por fim,conta as suas experiências na vida em pequenos e simples fatos.Nos mostra que apesar de não podermos fazer grandes coisas,podemos fazer pequenas coisas com grande amor.

      Resenha do livro "  Educação em Tempos Obscuros"

     Ana Julia:

 

  O livro “Educação em Tempos Obscuros” de Regis de Morais, abrange um assunto polêmico nos dias de hoje. Ele fala sobre a hipocrisia dos docentes, sobre a falta de esperança dos educadores e dos educandos, diz também sobre os bárbaros e o que eles acham da educação de atualmente. Ele abrange vários retóricos como por exemplo, retórico de bandido, retórico da escola civilizada, enfim, entre outros. 

 Uma das frases que mais me chamou atenção nesse livro foi : “ Temos uma 'raça' de políticos que nunca se importou de fato com a educação. Temos uma triste herança de tempos ditatoriais com seus programas de esfacelamento das possibilidades culturais e educacionais. Temos espaços, quase sempre muito feios, aos quais chamamos escolas, nos quais sufoca um clima de desesperança.”. Ela diz tudo o que temos hoje, uma “raça” sem esperança e suja, pois é mais fácil roubar do que estudar, é mais fácil pegar uma arma do que um lápis. Diziam as pessoas antigas antes um lápis, do que um machado ou uma carga de cimento nas costas,mas hoje em dia ao invés de querem pegar pelo menos um machado pra ser digno de seu trabalho, não preferem ser bandidos e depois falar que quem rouba são os hipócritas dos presidentes. A escola de hoje não é mais aquela que transforma alunos trabalhadores e inteligente, tudo bem que dizem que quem faz a escola é o aluno, mas não é bem assim. Quem faz a escola é um todo, é o aluno, o professor, a direção, a supervisão, enfim, um todo. Os professores e diretores dizem que o aluno tem que ter voz na escola, mas como? Sendo que eles não dão ouvidos , são todos uns tolos , pois fazem o que querem e depois põem a culpa nos alunos, dizendo que nunca seremos nada na vida.  

  Esse livro me fez pensar que não é só uma pessoa que muda, o mundo e sim um todo, um conjunto, uma multidão. Espero que eu possa ajudar um pouco, é que cada um faça sua parte. 

      Resenha do livro "Ascensão e queda do Professor"

   Fábio:

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  Ascensão e queda do professor No livro Ascensão e queda do professor, a autora Eurize Caldas Pessanha, apresenta sua tese de doutoramento defendida na universidade de São Paulo em junho de 1992,trata-se sobre: o trabalho do professor, a concepção do trabalho docente, professor como categoria profissional das "classes médias" e professor primário no brasil. Durante sua dissertação de mestrado, defendida na PUC-RJ, em 1976,ela tenta estudar a atuação do professor em sala de aula e as múltiplas determinações presentes nessa atuação. Afirma que não é suficiente olhar para os problemas do professor isoladamente, isto é, segundo ela: "percebe-los como um movimento, transformá-los num filme ‘para estudá-los’”. Seu trabalho é por uma tentativa de explicitar a forma de analisar a categoria profissional professor primário.    Os professores primários brasileiros constituem um sujeito histórico-concreto das "classes médias" no Brasil, e a análise do seu movimento ajuda a captar parte da história desta classe social. Ela baseando-se em dados encontrados em pesquisas percebeu que os pesquisadores revelaram um "retrato" da categoria em cada uma das épocas que foram estudadas. A construção do sujeito histórico pareceu indicar que o magistério primário foi se tornando o "nicho" ideal para as mulheres das "classes médias" urbanas no Brasil das últimas décadas, embora que os retratos mais recentes indiquem que indicadores econômicos mais próximos das camadas mais" pobres" da população é que aspiram a ter professores primários na família, como mostrou a pesquisa de (Ferretti,1998). Concluindo o resumo de sua tese, ela afirma : "não é apostando na "proletarização" progressiva dos professores que se chega lá. É preciso levar essas reflexões, sobre as determinações de classe e sobre a luta de classes, para as salas de aulas das escolas de formação de professores e para as salas de professores das escolas em geral."

          Vivências sobre o GTPA 

No GTPA, ”Grupo de Trabalho para Pedagogia da autonomia”, tivemos uma percepção no início mais formal, uma reunião mais centrada no assunto discutido, sim também, mas o mais interessante foi que além de discutirem assuntos muito interessantes como:

 

  • Compartilhar experiências de lecionagem;

  • Diferentes metodologias de professores;

  • Debates e críticas construtivas;

  • Opiniões de diversos assuntos polêmicos;

 

Os professores que participam da reunião são extrovertidos e lidam de uma forma mais aberta sobre os assuntos.

O primeiro projeto apresentado, quando fomos pela primeira vez no GTPA, foi de um Professor de música que também é engenheiro civil. Ele nos apresentou um projeto interessante, que relacionava todos os países que ele tinha visitado, mostrando o quanto cada população de um país tinha de aprendizagem rápida, exibia a porcentagem e comentava sobre cada país.

No primeiro GTPA de maio, uma professora de inglês compartilhou sua experiência de “mudar” seus métodos de didática com a gamificação dos conteúdos apresentados aos seus alunos. Ela nos mostrou como conseguiu incentivar seus alunos a estudarem, e se interessarem pela matéria. Juntou o inglês com jogos e a cada “fase” do jogo iriam adquirindo pontos se passassem, fantasiou toda a trajetória como em um jogo de verdade, depois também tinham os castigos, que quando o jogador fazia algo de errado ou não fazia a tarefa ficava sem jogar. Por fim  , ela nos mostrou que os alunos se interessam mais pela matéria aplicando os jogos que ao normal na forma tradicional. Ao mesmo tempo os alunos não deixaram de realizar suas metas no tempo adequado, o que foi um sucesso.

Aprendemos que apesar do governo não apoiar a educação brasileira, os professores sempre estão tentando incentivar seus alunos a vencerem as barreiras da educação, apresentando novas maneiras de lidar com as diversas situações da sala de aula e os problemas que os alunos trazem de casa. O governo tenta fazer uma grade de “presos” ao invés de incentiva-los a estudar.

  Paulo Freire :

Paulo Freire (1921-1997) foi um educador brasileiro, criador do método inovador no ensino da alfabetização, para adultos, trabalhando com palavras geradas a partir da realidade dos alunos. Seu método foi levado para diversos países.

 Nasceu em Recife, Pernambuco, no dia 19 de setembro de 1921. Filho de Joaquim Temístocles Freire, capitão da Polícia Militar e de Edeltrudes Neves .

“Escola sem partido” quer apagar Paulo Freire da educação brasileira

   Um abaixo assinado online já tem as assinaturas necessárias para que o Senado Federal discuta a retirada do título de patrono da educação brasileira dado ao educador e filósofo Paulo Freire. Segundo o pedido,  a filosofia de Freire “ja demonstrou em todas as avaliações internacionais que é um fracasso retumbante”.

   A meta inicial era atingir 20 mil assinaturas em quatro meses, número mínimo exigido para que a proposta se torne uma Sugestão Legislativa, a ser debatida pelos senadores membros da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). Mas em apenas um mês, a ideia já conseguiu mais de 21 mil apoiadores.

   Agora caberá aos senadores da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa debater e emitir um parecer sobre o assunto. Caso a comissão a aprove, a sugestão se torna proposição legislativa e é encaminhada à Mesa da Casa para tramitar como um projeto de lei.

Biografias :

Pedro Demo 

Pedro Demo nasceu em Santa Catarina, em 1941, em Pedras Grandes, é filho de pais agricultores, cursou a escola primária e com nove anos entrou no Seminário dos Franciscanos em Rodeio .Cursou o segundo grau em Agudos em São Paulo até 1960.Foi para Curitiba,cursou Filosofia na Faculdade dos Franciscanos no período de 1961-1963 cursou três anos de Teologia em Petrópolis e estudo de Música no período de 1964-1971. Fez pós-doutoramentos na Alemanha cursando na Universitat Erlangen Neimberg no período de março á junho de 1983 em Los Angels e entre agosto de 1999 á abril de 2000.Retornou ao Brasil em 1971. A tualmente é professor do curso de Serviço Social da UnB. Tem várias obras publicadas, tais como: Educação e qualidade; Politica Social, educação e cidadania; Educar pela pesquisa, dentre outros.

Anísio Teixeira 

Anísio Spínola Teixeira (1900-1971) nasceu em Caetité, no sertão baiano, no dia 12 de julho de 1900. Filho de fazendeiros, estudou no colégio jesuíta São Luís Gonzaga em sua cidade natal. Em 1914 ingressou no colégio Antônio Vieira, em Salvador. Cursou Direito na Universidade do Rio de Janeiro formando-se em 1922.Ele faleceu no Rio de Janeiro, em circunstâncias misteriosas, no dia 11 de março de 1971.  Foi um importante teórico da educação no Brasil. Foi o principal idealizador das grandes mudanças que ocorreram na educação brasileira no século XX. Fez parte do movimento de renovação do ensino chamado de Escola Nova. Suas obras foram  “A Universidade e a Liberdade Humana” (1954) e Educação no Mundo Moderno (1969).

Marilena Chauí

Nascida em São Paulo no dia 4 de setembro de 1941, Marilena de Souza Chaui foi uma secretária Municipal de Cultura de São Paulo entre os anos de 1989 e 1992. Filha do jornalista Nicolau Chaui e da professora Laura de Souza Chaui, Marilena começou a estudar no interior paulista, mas concluiu no Colégio Estadual Presidente Roosevelt, na capital do estado.Entrou no curso de filosofia no ano de 1960 e finalizou a faculdade em 1965 na Universidade de São Paulo. Atualmente é Presidente da Associação Nacional de Estudos Filosóficos do século XVII, Doutora Honoris Causa pela Universidade Nacional de Córdoba, Doutora Honoris Causa pela Universidade de Paris VIII e sua obra relata temáticas profundas como a universidade pública, ideologia e cultura, tendo como destaque os livros “Da Realidade sem Mistérios ao Mistério do Mundo”, “Repressão Sexual”, “Introdução à História da Filosofia”, “A Nervura do Real”, “Convite à Filosofia”, entre muitas outras.

Darcy Ribeiro

Darcy Ribeiro (1922-1997) nasceu em Montes Claros, em Minas Gerais, no dia 26 de outubro de 1922. Filho do farmacêutico Reginaldo Ribeiro dos Santos e da professora Josefina Augusta da Silveira. Estudou no Grupo Escolar Gonçalves Chaves e no Ginásio Episcopal de Montes Claros. Mudou-se para São Paulo e ingressou na Escola de Sociologia e Política, graduando-se em 1946, no curso de Ciências Sociais. Ele faleceu em Brasília, no dia 17 de fevereiro de 1997. Foi um antropólogo, sociólogo, educador, escritor e político brasileiro. Destacou-se por seu trabalho em defesa da causa indígena. Suas obras foram sobre etnologia, antropologia, educação, além de romances. Seu último trabalho, em 1995, foi "O Povo Brasileiro - a Formação e o Sentido do Brasil".

Mirian Goldenberg

Mirian Goldenberg, nascida em Santos, em 1956, é doutora em Antropologia Social pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e professora do Departamento de Antropologia Cultural e do Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ. É autora, entre outros livros, de A Outra; Toda mulher é meio Leila Diniz; A arte de pesquisar; Os novos desejos; Nu e vestido; De perto ninguém é normal; Infiel; O corpo como capital; Coroas; Noites de insônia; Por que homens e mulheres traem; Intimidade; Corpo, envelhecimento e felicidade. É colunista, desde 2012, do Caderno Equilíbrio do Jornal Folha de S. Paulo.

Philippe Perrenoud

Philippe Perrenoud, Doutor em Sociologia e Antropologia, nasceu na Suíça, em 1944. Atualmente, é professor da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação, na Universidade de Genebra das áreas de currículo escolar, práticas pedagógicas e instituições de formação. Também é diretor do Laboratório de Pesquisas sobre a Inovação na Formação e na Educação (Life), de Genebra.  Apesar de atuar nestas áreas, o autor não é um Pedagogo de formação.Philippe Perrenoud, Doutor em Sociologia e Antropologia, nasceu na Suíça, em 1944. Atualmente, é professor da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação, na Universidade de Genebra das áreas de currículo escolar, práticas pedagógicas e instituições de formação. Também é diretor do Laboratório de Pesquisas sobre a Inovação na Formação e na Educação (Life), de Genebra.  Apesar de atuar nestas áreas, o autor não é um Pedagogo de formação.

Roberto Freire

Roberto Freire nasceu em São Paulo, em 1927. Formou-se em Medicina no Rio de Janeiro e especializou-se em psicanálise. Ele morreu em 2008, aos 81 anos. Escreveu romances que renderam vários jovens fãs ao psicanalista e escritor, como “Cléo e Daniel”, de 1965, “Coiote”, de 1988 e “Os Cúmplices”, de 1996. Também teve êxito ao escrever na área da psicologia e política, com os “Ame e Dê Vexame”, “Utopia e Paixão” e “Tesudos de Todo Mundo, Uni-vos!”.

Regis de Morais

Regis de Morais é mineiro das terras altas da Mantiqueira, nascido em Passa Quatro, em 1940. Reside, porém, no estado de São Paulo há 45 anos.Licenciado em Filosofia e Ciências Sociais, mestrado em Filosofia Social, doutorado em Educação, defendeu tese de Livre Docência em Filosofia da Educação. É professor titular aposentado da Unicamp e ali continua como colaborador convidado junto ao Instituto de Artes.Atualmente, é professor titular do Mestrado em Educação da UNISAL (Americana, SP). O autor tem 44 livros publicados nas áreas de Filosofia, Sociologia e Literatura, com destaque para a literatura religiosa que tem sido uma das suas vertentes de criação.

Rubens Alves

Rubem Alves (1933-2014) nasceu na cidade de Boa Esperança, Minas Gerais, no dia 15 de setembro de 1933. Em 1945 muda-se com a família para o Rio de Janeiro. Criado em uma família protestante, tornou-se pastor. Ele faleceu em Campinas, São Paulo, no dia 19 de julho de 2014. Foi teólogo, educador, tradutor e escritor brasileiro. Autor de livros de filosofia, teologia, psicologia e de histórias infantis. Dos vários livros que Rubem Alves publicou, vale a pena destacar “O Que é Religião?" (filosofia e religião), “A Volta do Pássaro Encantado”, “O Patinho que não Aprendeu a Voar” (livro infantil) “Variações Sobre a Vida e a Morte” (teologia) e “Filosofia da Ciência” (filosofia e conhecimento científico).

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